Dançando Entre Lírios mortos,Livro de poesias de Marcos Antônio Filho(Fábrica de livros,15 Reais)
maiores informações em marcos.antoniofilho@gmail.com ou no próprio blog

quarta-feira, 14 de abril de 2010

sábado, 27 de março de 2010

Renato Russo, 50


Talvez um dos grandes nomes que me instigou primeiro sobre a arte foi Renato Russo. tinha uns dez e tinha ouvido algumas canções que tinham me deixado ensimesmado. ele nos deixou e eu continuei a ouvir e depois passei a beber de suas palavras, coisa que o prórpio Renato abominava, pois não queriam que o idolatrasse, pois sabia que todo idolo tinha seus pés de barro. Mas idolatrei e vi em algumas letras de canções algo que sempre busco, a destreza nas palavras fez ele criar vários hinos d euma geração, e músicas que feitas a mais de trinta anos (in)felizmente continuam muito atuais. Resolvi listar cinco canções, sem ordem crescente ou decrecente, que realmente me marcaram e muito e me deram a sensação de que se eu alcançar um terço disso, estarei bem feliz:

Perfeição:
Um hino brasileiro moderno, que toc ana ferida de nossa sociedade e todos os princíos errados que fazemos, que soa obscura e forte, embora tenha um final redentor e pacifista, pois o amor tem sempre a porta aberta, nosso futuro recomeça, venha que o que vem é perfeição. Quer final de canção mais redentor do que esse?



Pais e Filhos:
Outra música que aborda sensivelmente a relação pais e filhos, mais uma vez, com uma frase redentora em seu refrão" é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã", um recado que ninguém hoje em dia entendeu ou esqueceu e prefere deixar de lado. E quem nunca culpou os pais por algo? e o que vamos ser quando crescer?



Faroeste Cabloco:
Um roteiro de cinema que Renato criou que se transformou na música mais longa e mais executada nas rádios dos anos 80 que ocm seus 9 minutos e 158 versos fez história contando a história de João de Santo Cristo no planalto central. Música que tentei fervorosamente decorar e consegui, não tem parte que não saiba até hoje.



Será:
Tire suas maõs de mim, eu não pertenço a você! Talvez a música mais regravada da história da Legião, desde Cássia Eller, Simone e até Raça Negra. A Canção pode ter se banalizado, mas é um grand emarcno da Legião, uma melodia que ao vivo arrepiava qualquer um e incitava a sair do chão e gritar. Clássico.



Metal contra as nuvens:

uma música mais longa do que faroeste, e talvez mais mágica, o desabafo musical mais vertente de Renato Russo, que fala sobre sua solidão, sobre o dinheiro que perdeu no plano Collor, sobre sua luta contra a Aids, na época, desconhecida do público, e no fim uma mensagem sobre como viveria até o final de sua vida: "E até lá, vamos viver, temos muito ainda por fazer, não olhe pra trás, apenas começamos, o mundo começa agora, apenas começamos..."


Tem muitas música sque gostaria de falar, de debater e ocmentar, mas fica por enquanto essas cinco, mesmo com várias canções que deixei de fora. Mas o que psso dizer que sua riqueza de letras e sentimentos transcendem o tempo e ficarão eternos. Ainda continuarei tentando toca ro coração das pessoas, sobre o amor e o que está a volta, mas sei que nunca serei tão bom como o Renato foi.Ninguém nunca será. Fique em paz, Renato.

OBS: Perfeição, Faroeste Cabloco e pais e Filhos são do show do Metropolitan de 94 que virou o cd duplo "como é que se diz eu eu te amo". Será é o primeiro clipe da Legião e metal contra as nuvens é do cd acústico. Perfeição contém trechos de Lithium do nirvana.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

65 anos sem Mário de Andrade










Um mini documentário explica sobre o poema "quando morrer quero ficar", escrito um pouco antes de sua morte em 25 de fevereiro de 1945. Mário de Andrade é considerado o maior inteceltual brasileiro do século XX, idealizador da semana de arte moderna de 1922, que causou um grande impacto na literatura e nas artes plásticas brasileiras. Fica aqui a minha homenagem.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

No Caminho da vida


No caminho da vida, sentei e esperei
Respirei a poeira dos outros
Que continuavam a caminhar.
Eu parei.
Vivenciando o sentido certo
Por escolher um caminho sem realizações
Eu chorei.
Por amar e seguir,
E na incompreensão do meu ser,
Eu sofri.
E de tantas pedras que tropecei
E não cai,
Eu me orgulhei.
Com o dedão dolorido
Com o futuro indefinido,
Eu Fraquejei.
Olhando o caminho percorrido
E vendo as alternativas que eu podia ter seguido
Eu pensei.
Foram tantos erros e acertos,
Tantas decisões ainda a tomar
Eu balbuciei.
Que viver e sofrer são íntimos
E que a felicidade é parente distante
Eu ratifiquei
Que é loucura morrer por caminhar demais
Sem se firmar em lugar nenhum
Eu esperei
Tomar um fôlego
E no meu caminho da vida, eu seguirei.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Túmulo de Tristezas


Não morra sem antes
Visitar seu túmulo de tristezas.
Deixe flores,
Faça suas melhores preces,
Deseje um bom descanso
As dores que cumpriram fielmente seu papel
De atormentar sua alma paupérrima,
Que teve receio de sentir coisas novas.
Desconfiaste de boas pessoas,
Creste nas pessoas erradas,
Remoa sua consciência.
Acabarás concluindo que tudo é perda de tempo.
Jogue a logo a pá de terra derradeira no túmulo
E comece a cavar o seu próprio,
Pois quando conseguir enterrar suas tristezas,
A força da vida terá se acabado,
E a hora de você descansa em leito eterno,
Finalmente em paz.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

4 anos

Não que essa data seja importante. É. Mas esse blog que começou há quatro anos, eu vejo como amigo. A gente não conta quantos anos tem de amizade. Daqui, eu de apenas mais um a escrever, me tornei poeta. Ganhei 3 menções honrosas, uma sendo na bienal do livro do Rioo de 2007, onde senti uma da smaiores emoções que foi ser aplaudido de pé por um auditório lotado, que sequer me conhecia, que sequer me leu, mas me reverenciou. minha ciração literária não é a mesma de antes, cada vez tenho menos tempo de sentar ,relaxar, pensa e escrever. Mas isso será uma parte de mim que nunca deixarei morrer, mesmo que eu escreva uma vez por ano, eu vou escrever nem q seja um oi, pra quer não morra esse espírito de trovador, essa alma trovadoresca que habita meu corpo e vai morrer comigo.

E paroveito pra dizer que 2010 teremos novidades, afinal está na hora de lançar um novo livro...

sábado, 28 de novembro de 2009

Essência

Não vou fazer da força, alarde.
Da vida,só vou fazer parte
Do que me convir.

Não vou falar de amor a esmo,
melhor ser eu mesmo
para o que há de vir.

Não vou chorar sobre o túmulo,
remoer a dor é o cúmulo
de quem deixa a vida partir.

Não vou aguardar a morte
Tenho fé e conto com a sorte
de o meu fim demorar a me sorrir.

Não vou guardar o papel vazio,
no meu talento eu confio,
use-o quando o bem lhe servir.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Música para os nosso ouvidos: Trenzinho caipira


O Jovem Heitor, aos dezoito anos, pouco tempo depois de seu pai falecer, disse a sua mãe: " Eu vou viajar". Sua mãe acatou. Heitor sumiu por três anos, sem dar notícias. A ponto de sua mãe mandar rezar uma missa para a lama do filho perdido. ele reapareceu, falando à mãe: Eu viajei por todo o Brasil!" . A Música estava pulsando por Heitor Villa Lobos, que fez a união entre música clássica e os temas nacionalistas, sendo o principal represante do modernismo na música. Tanto que participou da semana de Arte moderna de 22. Difícil entre suas mais de 1000 canções, sem contar as muitas partituras que nunca foram tocadas( De óperas são oito!) enumerar sucessos, mas as Bacchianas Brasileiras são o marco fundamental de um dos grandes nomes da música brasileira.

Em homenagem a Villa Lobos que nos deixou há 50 anos, Fiquemos então com Trenzinho Caipira, presente em Bacchianas nº2, uma obra que se caracteriza por os intrumentos da orquestra simularem o movimento da locomitva. Trenzinho Caipira foi maravilhosamente versada por Ferreira Gullar:

"Lá vai o trem com o menino
Lá vai a vida a rodar
Lá vai ciranda e destino
Cidade noite a girar
Lá vai o trem sem destino
Pro dia novo encontrar
Correndo vai pela terra,
Vai pela serra, vai pelo mar
Cantando pela serra do luar
Correndo entre as estrelas a voar
No ar, no ar… "