Dançando Entre Lírios mortos,Livro de poesias de Marcos Antônio Filho(Fábrica de livros,15 Reais)
maiores informações em marcos.antoniofilho@gmail.com ou no próprio blog
maiores informações em marcos.antoniofilho@gmail.com ou no próprio blog
Mostrando postagens com marcador crônicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crônicas. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 14 de março de 2011
Crônica: Não somos nada.
Assim como todos, vejo estarrecido os acontecimentos no Japão. Nem pelo o fato do terremoto, pois os japoneses são extremamente preparados pra isso, mas o que eles não esperavam que um teremoto violentissimo ocorresse no mar, causando uma tsunami que varreu determinada região, afetando inclusive uma usina nuclear. As imagens que pipocam são impressionantes. Só espero que eles se recuperem rapidamente e evitem uma tragédia maior, poois se alguma dessas usinas ameaçadas explodir, será o caos. E mais uma vez como uma ironia do destino, o país seria massacrado por efeitos da radiação.(o que torço muito que não aocnteça, eles não merecem)
O quero tentar desenvolver com esse terremoto que abalaram os nipônicos é que não somos nada diante do poder da mãe natureza.Uma nação que vive sob o estigma de sofrer um terremoto não conseguiu prever um tsunami. Claro que muitas vidas foram salvas, não vimos a bárbarie que foi na região da Indonésia em 2004, mas os danos materiais foram muitos. De tanto o mundo por causa da ganância, a maltrata, a mãe natureza rebate e nos põe no nosso devido lugar. Sim claro, terremotos nã são resultados da nossa mutilação à natureza, mas é um bom contra ataque,não acham?
Outro detalhe é a comoção que se faz pelo o Japão. Acho bonito todos pedindo pra que rezem pelo Japão. Mas me arrisco dizer que 95% das pessoas que twitaram isso sequer sabem rezar ou seguem uma religião. Tem gente que se diz religiosa, mas foge da igreja como o diabo foge da cruz. Fui criado pela doutrina catolica, mas não a sigo, não tenho religião e respeito a todos quem tem, mas não orarei pelo japão, Meus pensamentos positivos são melhores, porque não passam por nenhum receptor.
Força a todas as familias japonesas que perderam entes queridos nessa tragédia.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Crônica: A era do descartável
Acredito que meus cinco leitores tem ou já tiveram Avó. E sempre quando sua mãe comprava um eletrodoméstico novo, e em menos de três anos ele pifa e tem q se comprar outro ela dizia. "No meu tempo, as coisas duravam muito mais!". Avós tem razão. E não somente em eletrodmésticos, tudo durava mais. Casamentos por exemplo, agora se um durar mais de 10 anos merece uma festa de arromba! Mas será que existem culpados onde nõs possamos apontar o dedo com desaprovação?
Ocapitalismo tem lá suas excentricidades. no inicio, as empresas se vangloriam pela a durabilidade do seu produto, depois com avelocidade de produção, e da evolução tecnológica em progrssão geométrica, mais eletrodomésticos inventivos são criados e o rgulho agor aé pela modernidade, pelo design, pela funções legais que ele pode ter. enfim, tudo degringolou quando descobriram que podem fazer as pessoas sentirem necessidade de terem algo que elas sequer imaginam que precisam.
o engraçado é que essa filosofia de consumo extremo se aplicou em outras áreas do noso cotidiano.Se seu amigo dá uma vacilada ocm vc, arrume outro melhor e mais legal; Se seu trabalho não anda bem, arrume outro que trabalhe menos e ganhe mais. até aí tudo bem, né? claro que também concordo, mas e os relacionamentos? é legal esse negócio de ah fico com um depois troco por outro, por outro,por outro...
Filosofia de consumo pra relacionamento nao cola, ao menos pra mim. Não sei se curtir com alguém seja legal, esse negócio de tratar a pessoa como garrafa pet. Tudo bem acho ótimo a liberdade de ficar com uma pessoa conhece-la melhor sem ter a responsabilidade de um compromisso, mas tudo tem seus limites. quer dizer o problema agora é que limites não são mais encontrados.tudo é superfulo, mentiroso, e nesse ritmo vejo cada vez mais dificil existirem bons relacionamentos. porque as bases de um bom relacionamento quase não existem: respeito e confiança se encolhem e daqui a pouco vão virar microorganismos exintos. E o principal será aquela pessoa que reune desing modernidade e potencia, pra elevar alguém a niveis maiores, se é que me entendem...
Sim, eu gosto de ser quadrado. E sei que isso me afasta de muita gente, porque não faço o que todo mundo faz. Não fazer o que tdoso fazem te deixam a margem da sociedade, um louco que não sabe o que é bom. talvez não saiba, viver com umi mínimo de respeito e confiança talvez seja algo tão antiquado. O bom ´eusar e jogar fora gente que nem produto descartável. E como a consiencia ambiental es´ta em alta, ainda reune o plástico pra se reciclar. Parem mesmo o mundo que eu quero descer.
Ocapitalismo tem lá suas excentricidades. no inicio, as empresas se vangloriam pela a durabilidade do seu produto, depois com avelocidade de produção, e da evolução tecnológica em progrssão geométrica, mais eletrodomésticos inventivos são criados e o rgulho agor aé pela modernidade, pelo design, pela funções legais que ele pode ter. enfim, tudo degringolou quando descobriram que podem fazer as pessoas sentirem necessidade de terem algo que elas sequer imaginam que precisam.
o engraçado é que essa filosofia de consumo extremo se aplicou em outras áreas do noso cotidiano.Se seu amigo dá uma vacilada ocm vc, arrume outro melhor e mais legal; Se seu trabalho não anda bem, arrume outro que trabalhe menos e ganhe mais. até aí tudo bem, né? claro que também concordo, mas e os relacionamentos? é legal esse negócio de ah fico com um depois troco por outro, por outro,por outro...
Filosofia de consumo pra relacionamento nao cola, ao menos pra mim. Não sei se curtir com alguém seja legal, esse negócio de tratar a pessoa como garrafa pet. Tudo bem acho ótimo a liberdade de ficar com uma pessoa conhece-la melhor sem ter a responsabilidade de um compromisso, mas tudo tem seus limites. quer dizer o problema agora é que limites não são mais encontrados.tudo é superfulo, mentiroso, e nesse ritmo vejo cada vez mais dificil existirem bons relacionamentos. porque as bases de um bom relacionamento quase não existem: respeito e confiança se encolhem e daqui a pouco vão virar microorganismos exintos. E o principal será aquela pessoa que reune desing modernidade e potencia, pra elevar alguém a niveis maiores, se é que me entendem...
Sim, eu gosto de ser quadrado. E sei que isso me afasta de muita gente, porque não faço o que todo mundo faz. Não fazer o que tdoso fazem te deixam a margem da sociedade, um louco que não sabe o que é bom. talvez não saiba, viver com umi mínimo de respeito e confiança talvez seja algo tão antiquado. O bom ´eusar e jogar fora gente que nem produto descartável. E como a consiencia ambiental es´ta em alta, ainda reune o plástico pra se reciclar. Parem mesmo o mundo que eu quero descer.
domingo, 31 de outubro de 2010
Crônica: A pobreza de espírito
Vamos traçar um paralelo? Sim é fácil, com dois acontecimentos que chocaram(ou não) muita gente nessa semana e que repercutiram bastante.
1)O Rodeio de gordas, onde jovens de uma faculdade paulista davam em cima de uma menina obesa, ganhavam sua confiança e aí, montavam em cima dela como se fosse um peão da festa de Barretos;.
2) No aniversário do jogador do Santos Zé Eduardo, seus companheiros de clube em vez de ficar somente no já tradicional banho de ovos e farinha, resolveu amarrá-lo a trava, e com direito a chuvas e tentativas de boladas. Neymar, um dos mais jovens do elenco e que estava participando da brincadeira, que resolveu tomar as dores do pobre ,aniversriante e quase saiu no tapa com o jogador Marcel.
Paralelo traçado, o que eles tem em comum? Tirando o fato de serem jovens, e de certa forma, terem um condição econimca saudável($$$), tem uma coisa que intitula esse post. A total pobreza de espírito e a falta de respeito ao seu próximo
No caso dos estudantes que tiveram essa ideia genial e quiseram participar(foram 50 segundo o G1), a falta de respeito com suas colegas de faculdade deflagra outra coisa: O padrão que cada vez é nos imposto e é aceito. Por ser gorda, por ser feia, por ser vesga, por ser amarela de bolinha roxas, ser fora do padrão, não gostar das mesmas coisas do que a maioria é algo passível de punição sumária, essas meninas que com certeza devem estar mais do que arrasadas, que por si só já sofrem por estar acima do peso em meio a um culto feminino a margreza, tem que sofrer desse tipo de humilhação pública, como se fossem aberrações feitas por jovens que acham que estão no filme Amercian Pie, e que a faculdade é uma grande boate. Esses jovens, que com certeza tem pais que bancam tudo aos filhos, não sabem que certos valores fundamentais são feitos para serem seguidos. Respeito pelo o próximo é o principal. Quando se é criança, até se releva certas atitudes infantis, mas na faculdade eles são assim, esse são os futuros engenheiros que teremos no mercado de trabalho em breve.
No segundo caso, o desrespeito beira ao ridículo ao seu colega de trabalho. Mas infelizmente o futebol em si parece viver em uma outra dimensão: salários totalmente fora do padrão e dirigentes paternialistas fazem que garotos e até adultos, no caso desse Marcel, agirem como se fossem os donos do mundo, onde vivem a idolatria dos seus torcedores. Zé Eduardo, que assim como outros jogadores do Santos, já estiveram envolvidos em outras confusões durante o ano, sofreu uma humilhação em rede nacional até, da forma que foi tratado parecia um bandido sendo linchado. ainda foi amarrado a trave e levou tapas e chutes e tudo que tinha direito. e quase leva umas boladas sem chance de ser defender. Neymar, que foi tão criticado por ter insubordinar seu ex- chefe, Dorival Júnior, foi o único que em um gesto nobre tentou intervir. e quase acontece o pior, uma briga com o tal Marcel. Enfim, essa "brincadeira" me lembrou muito aqueles trotes costumeiros que os veteranos aplicam nos calouros em universidades, uma idiotice sem tamanho, que parece mostrar que a humilhação é a porta de entrada, e que o respeito é besteira. Pobres de espírito são esses jovens que estão por vir, mais uma grande geração perdida que não sabe respeitar os outros e nem a si próprios.
OBS: vou tentar desabrochar esse lado cronista em mim. Espero que gostem. Pretendo escrever sobre essa corrida presidencial, assim que o resultado sair.
1)O Rodeio de gordas, onde jovens de uma faculdade paulista davam em cima de uma menina obesa, ganhavam sua confiança e aí, montavam em cima dela como se fosse um peão da festa de Barretos;.
2) No aniversário do jogador do Santos Zé Eduardo, seus companheiros de clube em vez de ficar somente no já tradicional banho de ovos e farinha, resolveu amarrá-lo a trava, e com direito a chuvas e tentativas de boladas. Neymar, um dos mais jovens do elenco e que estava participando da brincadeira, que resolveu tomar as dores do pobre ,aniversriante e quase saiu no tapa com o jogador Marcel.
Paralelo traçado, o que eles tem em comum? Tirando o fato de serem jovens, e de certa forma, terem um condição econimca saudável($$$), tem uma coisa que intitula esse post. A total pobreza de espírito e a falta de respeito ao seu próximo
No caso dos estudantes que tiveram essa ideia genial e quiseram participar(foram 50 segundo o G1), a falta de respeito com suas colegas de faculdade deflagra outra coisa: O padrão que cada vez é nos imposto e é aceito. Por ser gorda, por ser feia, por ser vesga, por ser amarela de bolinha roxas, ser fora do padrão, não gostar das mesmas coisas do que a maioria é algo passível de punição sumária, essas meninas que com certeza devem estar mais do que arrasadas, que por si só já sofrem por estar acima do peso em meio a um culto feminino a margreza, tem que sofrer desse tipo de humilhação pública, como se fossem aberrações feitas por jovens que acham que estão no filme Amercian Pie, e que a faculdade é uma grande boate. Esses jovens, que com certeza tem pais que bancam tudo aos filhos, não sabem que certos valores fundamentais são feitos para serem seguidos. Respeito pelo o próximo é o principal. Quando se é criança, até se releva certas atitudes infantis, mas na faculdade eles são assim, esse são os futuros engenheiros que teremos no mercado de trabalho em breve.
No segundo caso, o desrespeito beira ao ridículo ao seu colega de trabalho. Mas infelizmente o futebol em si parece viver em uma outra dimensão: salários totalmente fora do padrão e dirigentes paternialistas fazem que garotos e até adultos, no caso desse Marcel, agirem como se fossem os donos do mundo, onde vivem a idolatria dos seus torcedores. Zé Eduardo, que assim como outros jogadores do Santos, já estiveram envolvidos em outras confusões durante o ano, sofreu uma humilhação em rede nacional até, da forma que foi tratado parecia um bandido sendo linchado. ainda foi amarrado a trave e levou tapas e chutes e tudo que tinha direito. e quase leva umas boladas sem chance de ser defender. Neymar, que foi tão criticado por ter insubordinar seu ex- chefe, Dorival Júnior, foi o único que em um gesto nobre tentou intervir. e quase acontece o pior, uma briga com o tal Marcel. Enfim, essa "brincadeira" me lembrou muito aqueles trotes costumeiros que os veteranos aplicam nos calouros em universidades, uma idiotice sem tamanho, que parece mostrar que a humilhação é a porta de entrada, e que o respeito é besteira. Pobres de espírito são esses jovens que estão por vir, mais uma grande geração perdida que não sabe respeitar os outros e nem a si próprios.
OBS: vou tentar desabrochar esse lado cronista em mim. Espero que gostem. Pretendo escrever sobre essa corrida presidencial, assim que o resultado sair.
Assinar:
Postagens (Atom)

